<link rel="stylesheet" href="https://fonts.googleapis.com/css2?family=Rubik:wght@400&family=Lato:wght@400;700&family=Open+Sans:wght@300;400;600;700&family=Roboto:wght@300;400;600;700&display=swap">

O curso ajudará você a compreender por que esse casamento disfuncional pode e precisar acabar. O e-book bônus ajuda você a compreender por que, mesmo sabendo disso, muitas mulheres ainda não conseguem sair.

CURSO QUANDO O CASAMENTO PRECISA ACABAR + E-BOOK SALVADORA OU REFÉM QUEM É VOCÊ NESSE CASAMENTO

Entrega digital instantânea após o pagamento.

Existem crises conjugais que podem ser tratadas, reorganizadas e restauradas.

Mas existem situações em que a mulher precisa fazer uma pergunta muito mais profunda:

O que estou tentando restaurar realmente constitui uma aliança?

É a partir dessa pergunta que nasce o e-book “Quando o Casamento Precisa Acabar?”.

Neste material, você será conduzida a compreender duas realidades distintas: nulidade e anulabilidade conjugal diante de Deus.

Existem uniões que foram formalizadas diante dos homens, mas que, desde a sua constituição, apresentam elementos incompatíveis com aquilo que compreendemos como uma verdadeira aliança diante de Deus.

Houve casamento.

Houve cerimônia.

Houve contrato.

Talvez tenham existido anos de convivência.

Mas a pergunta proposta pelo e-book é outra:

Houve, de fato, aliança?

Porque contrato e aliança não são a mesma coisa.

O contrato pertence à dimensão jurídica da união. A aliança, na abordagem apresentada no e-book, envolve propósito, responsabilidade, compromisso e os princípios espirituais que sustentam o casamento.

Por isso, a nulidade conduz a mulher a examinar aquilo que existia desde a origem daquela união.

Na anulabilidade, não estamos falando necessariamente de uma união que nasceu sem propósito ou sem aliança.

Houve uma aliança. Houve um cordão de três dobras.

Homem, mulher e Deus.

Mas, ao longo do casamento, um dos cônjuges pode escolher romper aquilo que sustentava essa estrutura.

É aqui que precisamos compreender a dureza do coração.

Jesus, ao tratar do divórcio, não ignora essa realidade. Em Mateus 19:8, Ele afirma que Moisés permitiu o divórcio “por causa da dureza do vosso coração”.

Isso é fundamental porque existe uma diferença entre um homem que errou e deseja se arrepender, reparar e reconstruir e um homem que decidiu permanecer no erro e não quer mudar.

Deus pode transformar esse homem?

Pode.

Mas existe algo que a mulher precisa compreender:

Deus restaura pessoas. E pessoas restauradas podem reconstruir relacionamentos.

A mulher não possui poder para produzir arrependimento no coração do marido. Ela não consegue confessar por ele, responsabilizar-se por ele, abandonar comportamentos por ele ou restaurar a relação dele com Deus por ele.

Se aquele homem escolhe permanecer distante de Deus, recusando arrependimento, responsabilização e mudança, a esposa pode continuar buscando a Deus — mas já não existe reciprocidade no cordão de três dobras.

Por isso, se você ainda não fez o meu Curso de Aconselhamento Conjugal, recomendo que faça. Nele eu ensino justamente a estrutura do cordão de três dobras: primeiro, a relação da mulher com Deus; segundo, a relação do homem com Deus; e, então, a relação dos dois sustentada por Deus.

Essa compreensão é indispensável aqui.

Porque a mulher pode restaurar a sua dobra.

Mas ela não pode restaurar a dobra daquele homem por ele.

E quando ele escolhe permanecer na dureza do coração, precisamos compreender também um princípio bíblico difícil: Deus não obriga indefinidamente alguém a abandonar aquilo que escolheu.

Os filhos de Eli são uma imagem severa dessa realidade. Eles receberam advertência, mas persistiram em sua corrupção e não ouviram a repreensão do pai (1 Samuel 2:22–25). O texto bíblico é mais complexo do que simplesmente dizer que “Deus os entregou à própria concupiscência”; essa expressão se aproxima mais da lógica de Romanos 1:24–28, em que Paulo descreve Deus entregando pessoas às consequências dos desejos e escolhas que insistiram em seguir.

Por isso, para manter seu ensino biblicamente mais preciso, eu faria esta distinção:

Deus pode confrontar.

Deus pode chamar ao arrependimento.

Deus pode transformar.

Mas a mulher não pode obrigar um homem a responder a esse chamado.

Quando ele insiste em permanecer na dureza do próprio coração, a esposa precisa parar de interpretar sua permanência como instrumento necessário para a transformação dele.

Oferta por tempo limitado
+ ▼
We protect your payment data with encryption to ensure bank-level security.
By clicking 'Pay Now', I declare that (i) I am aware that Kiwify is processing this purchase on behalf of 63967358 INGRID ELLEN PIMEN and has no responsibility for the content, offer, and does not perform prior control of the infoproduct; (ii) that I have read and agree to the Purchase Terms, Terms of Use, and Privacy Policy.
This site is protected by Google reCAPTCHA.
Privacy Policy and Terms of Service.
Garantia de 7 dias
Experimente sem risco

O bônus apresenta dois caminhos de permanência que podem aparecer dentro de uma relação abusiva.

No primeiro, ela permanece pela esperança:

“Eu posso fazê-lo mudar.”

Ela compreende as feridas dele. Perdoa. Espera. Tenta ajudar. Acredita que mais amor, mais paciência, mais oração ou mais dedicação finalmente produzirão a transformação que espera.

O problema surge quando ela assume para si uma responsabilidade que pertence ao outro.

O próprio material estabelece esse limite: reconhecer as feridas de alguém não justifica a violência, e a responsabilidade de buscar transformação pertence à própria pessoa.

Mas o tempo passa.

Ele não muda.

As promessas não se transformam em comportamento.

E aquilo que começou como esperança começa a produzir frustração, desgaste e aprisionamento.

É aí que uma Salvadora pode começar a se transformar em Refém. Essa passagem é expressamente apresentada no bônus: a mulher inicialmente permanece acreditando na restauração; quando seus esforços não produzem mudança real, a esperança se desgasta e outros fatores passam a sustentar sua permanência.

“Eu sei que preciso sair, mas não consigo.”

Agora ela já pode não acreditar mais na transformação daquele homem.

O problema deixou de ser:

“Como posso salvá-lo?”

e passou a ser:

“Como eu consigo sair?”

Medo, dependência, controle, filhos, ameaças, desgaste emocional e outras formas de aprisionamento podem assumir o lugar que antes era ocupado pela esperança.

SEGURANÇA GARANTIDA